quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Qual a importância da Motivação?

“Qual é a importância da motivação?
Ela faz toda a diferença. Você pode ser o gerente com mais conhecimento, experiência, talento e capacidade do mundo, mas se os colaboradores estiverem desmotivados, a mediocridade reinará em sua empresa”.  (Anônimo)


A maioria das pessoas 63% de uma enquete concordam que qualquer tipo de programa motivacional para os funcionários aumentam e muito a produtividade dos funcionário e da empresa como um todo.

Isso parece óbvio, mas para minoria, 37% não concordam. Porque investir no bem estar dos funcionários é perca de tempo e muito custo para empresa. A mentalidade de alguns é que pode dar todos os benefícios aos funcionários que eles nunca estarão satisfeitos e sempre irão reclamar de algo.


Segue dois exemplos práticos que vivenciei nas empresas.

Em uma empresa que trabalhei, assim como muitas ocorriam muitas faltas pode diversos motivos. A empresa dava uma cesta básica à todos os funcionários. Dei a sugestão de fornecer um cesta a mais para aquele funcionário que não faltasse ao trabalho por qualquer motivo durante o mês. A idéia foi aceita. O critério para a entrega foi realizado através der sorteio de 2 cestas básica por turno, existiam 3. Com isso as faltas caíram aproximadamente 20%.

Em outra companhia a empresa construiu um grêmio para todos os funcionários com várias modalidades esportivas. Inclusive com dois campos de futebol. Realizamos um torneio entre turmas da seção com direito a troféu e medalhas para os melhores e foi o maior sucesso, com muito integração de todos os funcionários.
Administrei e participei com muito trabalho de toda a empresa,  com 17 modalidades desportivas. É para a nossa satisfação fomos campeões, competindo com 20 empresas, inclusive quatro de grande porte e com uma  estrutura maior que a nossa, na época. Lembrando de um pequeno detalhe: "Não eramos favoritos"

Quem vive melhor, trabalha melhor
e, logo, contribui para aumentar os lucros da empresa. Essa nova mentalidade vem criando, nas grandes companhias, uma cultura de incentivo à qualidade de vida, entre os funcionários. Algumas medidas, como a distribuição de frutas e sucos a cada três horas, a implantação da ginástica laboral e de um cardápio balanceado, começam a transformar o ambiente dessas organizações num espaço onde o bem-estar é prioridade.

É bem verdade que a real preocupação dos empresários não é apenas com a saúde dos trabalhadores. O que essas companhias buscam é a redução dos gastos ocasionados pelas eventuais faltas por motivo de doença e com a utilização do convênio, quando ele é mantido pela organização. Além disso, programas do tipo ajudam a aumentar a produtividade.

No Brasil, as iniciativas nesse sentido começam a se desenvolver agora. Porém, no exterior, os primeiros resultados já foram mensurados. "O retorno do investimento, em algumas empresas dos Estados Unidos, foi muito positivo. A cervejaria The Coors Brewing Company, por exemplo, calculou uma economia de US$ 6,15 por US$ 1 investido num programa corporativo de capacitação física", disse Paulo Alvarenga, sócio-diretor da Crescimentum, empresa especializada em desenvolvimento de líderes e executivos.

A observação do consultor vai ao encontro da pesquisa publicada por Tony Schwartz, autor do livro The Power of Full Engagement. Segundo o especialista, quem tem boa capacitação física comete 27% menos erros do que as pessoas que estão fora de forma.
Schwartz também mostrou, em sua obra, o exemplo da empresa Dupont. A organização reduziu 47,5% o número de faltas dos trabalhadores, num período de seis anos, desde que o programa corporativo de capacitação física foi implantado. Os funcionários que aderiram também pediram 14% menos dispensas médicas do que aqueles que não participaram.

Mas as vantagens para os gestores, na adoção de um projeto de qualidade de vida para os funcionários, não param por aí. Até o relacionamento interpessoal pode ser modificado. "A General Motors, por exemplo, descobriu que aqueles que participam de um programa de capacitação física apresentam redução de 50% nos desentendimentos no ambiente de trabalho", afirmou Alvarenga.

Trabalhadores também são beneficiados

Na tentativa de obter todos esses bons resultados, as empresas estão adotando diferentes estratégias. A implantação da ginástica laboral e de uma dieta balanceada, para a alimentação servida no refeitório, são ações cada vez mais comuns nas organizações brasileiras.

Algumas companhias, no entanto, vão além. Há exemplos de empresas que diminuíram a jornada de trabalho de seus funcionários, com o objetivo de que pudessem gozar mais horas de lazer e até de organizações que promovem corridas, para estimular a prática de atividade física.
"O laboratório Sabin, em Brasília, é um exemplo de empresa que promove grupos de corrida. A companhia tem ainda um convênio com um salão de beleza próximo, para atender às necessidades do quadro de funcionários, que é composto por 80% de mulheres. Essas iniciativas fizeram com que a empresa fosse eleita a melhor para a mulher trabalhar", afirmou.

Todas essas ações beneficiam os trabalhadores. Mas isso não quer dizer que conseguir a adesão dos funcionários a esse tipo de programa seja uma tarefa fácil.
Ao contrário. O esforço em disseminar a importância de se adotar hábitos saudáveis, no dia-a-dia, tem feito várias empresas investirem em workshops, campanhas e oficinas de qualidade de vida.

Outra estratégia dos gestores tem sido recompensar os funcionários que não só aceitam participar do projeto, mas que demonstram certo esforço em modificar seu estilo de vida.
A bonificação em dinheiro é uma tática adotada por algumas companhias, como a própria Crescimentum. "Incentivamos os colaboradores a fazerem acompanhamento nutricional a cada dois meses, servimos frutas e sucos a cada três horas e montamos grupos de corrida, com prêmios em dinheiro. Num período de dois anos, o nível de estresse dos funcionários diminuiu consideravelmente e notamos também uma melhora significativa na produtividade", disse Alvarenga.
Fonte: Terra – Vida Profissional

Zig Ziglar; fala de motivação com muita propriedade na seguinte frase:

"As pessoas dizem freqüentemente que a
motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente."



 Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/empresas-que-incentivam-os-funcionarios-a-ter-vida-saudavel-aumentam-a-produtividade-parte-1/37980/

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Saúde do Trabalhador


Em vigor desde 2004, a Política Nacional de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde visa à redução dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, mediante a execução de ações de promoção, reabilitação e vigilância na área de saúde.

Suas diretrizes, descritas na Portaria nº 1.125 de 6 de julho de 2005, compreendem a atenção integral à saúde, a articulação intra e intersetorial, a estruturação da rede de informações em Saúde do Trabalhador, o apoio a estudos e pesquisas, a capacitação de recursos humanos e a participação da comunidade na gestão dessas ações.

A Renast, regulamentada pela Portaria nº 2.728/GM de 11 de novembro de 2009, é uma das estratégias para a garantia da atenção integral à saúde dos trabalhadores. Ela é composta por Centros Estaduais e Regionais de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) - ao todo, até novembro de 2009, 178 unidades espalhadas por todo o País - e por uma rede de 1.000 serviços sentinela de média e alta complexidade capaz de diagnosticar os agravos à saúde que têm relação com o trabalho e de registrá-los no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN-NET).

Os Cerest recebem recursos financeiros do Fundo Nacional da Saúde, de R$ 30 mil para serviços regionais e R$ 40 mil para as unidades estaduais, para realizar ações de promoção, prevenção, vigilância, assistência e reabilitação em saúde dos trabalhadores urbanos e rurais, independentemente do vínculo empregatício e do tipo de inserção no mercado de trabalho.

Além disso, em esfera interinstitucional, o Ministério da Saúde desenvolve uma política de ação integrada com os ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, a Política Nacional sobre Saúde e Segurança do Trabalho (PNSST), cujas diretrizes compreendem:
I - Ampliação das ações, visando a inclusão de todos os trabalhadores brasileiros no sistema de promoção e proteção da saúde;
II - Harmonização das normas e articulação das ações de promoção, proteção e reparação da saúde do trabalhador;
III - Precedência das ações de prevenção sobre as de reparação;
IV - Estruturação de rede integrada de informações em Saúde do Trabalhador;
V - Reestruturação da formação em Saúde do Trabalhador e em segurança no trabalho e incentivo à capacitação e à educação continuada dos trabalhadores responsáveis pela operacionalização da política;
VI - Promoção de agenda integrada de estudos e pesquisas em segurança e Saúde do Trabalhador.

fonte: www.saude.gov.br

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Saúde da sua coluna

A coluna vertebral é o eixo central do corpo. É exigida em quase todos os movimentos e ainda funciona como um duto de feixes nervosos, ligando diversos órgãos e outras partes do corpo ao cérebro.

Principais problemas da coluna vertebral:
•  Cifose: é também um desvio da coluna, mais facilmente percebido quando a pessoa está de lado, pois as costas ficam arqueadas, o tórax retraído e os ombros projetados para a frente;
•  Lordose: desvio da coluna característico na região da bacia, causando uma curvatura exagerada no local;
•  Hérnia do disco intervertebral: a parte mais central do disco, que se localiza entre as vértebras, sai da estrutura da coluna, causando dores muito fortes e até mesmo paralisação dos movimentos;
•  Artrose: conhecida como bico-de-papagaio, é causada pelo atrito entre as vértebras. Depois de algum tempo, surge uma espécie de calcificação, que pode comprimir alguns vasos sangüíneos ou nervos.
•  Escoliose: a coluna se desvia para o lado, passando a apresentar uma deformidade; surge por causa da má postura, ao se usar por tempo prolongado um só lado do corpo.

Como proteger sua coluna:
•  a melhor maneira de se deitar de lado é com um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;
•  quando deitar de barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo dos joelhos e outro embaixo da cabeça;
•  evitar dormir de bruços, pois além de forçar a coluna, dificulta a respiração;
•  ao levantar-se, vire-se de lado, apoie-se nos braços, levando as pernas para fora da cama;
•  ao elevar um objeto pesado do chão, abaixar-se com as pernas flexionadas;

•  usar um colchão ortopédico ou semi-ortopédico, de acordo com o peso e a altura de cada pessoa;
•  o travesseiro não deve ser muito fino nem muito macio, para não alterar a curvatura da coluna; o ideal é que seja da altura entre a cabeça e o ombro;
•  ao ficar de pé, contraia os músculos da barriga e das nádegas periodicamente; utilize esta técnica de relaxamento quando quiser aliviar dores;
•  ao trabalhar em frente a uma mesa, ou digitando no computador, manter as costas retas, encostadas ao encosto da cadeira; manter as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las.
•  ao realizar alguma atividade em pé, repouse alternadamente um dos pés sobre um objeto;
•  procure posicionar ao seu alcance os objetos que esteja manuseando;
•  ao dirigir horas seguidas, é importante manter as costas retas, perfeitamente apoiadas no encosto;
•  não carregar mochilas ou sacolas, com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas, divididas nas duas mãos;
•  ao caminhar, manter as costas retas, abdome contraído, olhar para a frente. O sapato deve ter salto de base larga e leve e no máximo 4 cm de altura;
•  nas atividades domésticas, evitar trabalhar com o tronco totalmente inclinado;
•  ao trabalhar agachado, flexione os joelhos e mantenha as costas retas.

IMPORTANTE 
Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

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