segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Literatura de Cordel - LEr/DORT

Vamos falar sobre LER
No intuito de propor
Educação preventiva
Ao produtivo setor,
Garantia de saúde
A todo trabalhador.

As LERs são causadas por
Horas extras excessivas,
Produtividade às custas
De rotinas exaustivas,
Aparelhos vibratórios
E posições cansativas.

As medidas preventivas
Dão melhores condições
Aos que trabalham sujeitos
A sofrerem tais lesões,
Daí nasce a importância
Das presentes instruções.

Dor em músculos e tendões,
Dormência e choques passivos,
São alguns do grande número
De sinais indicativos
De lesões causadas por
Esforços repetitivos.

Trabalhadores ativos,
Autônomos e empregados,
Fiquem de olhos abertos,
Tomem todos os cuidados,
Porque os que não se cuidam
Ficam de membros lesados.

A estatística tem dados,
Infelizmente, alarmantes
De pessoas deformadas,
Porque não puderam antes
Ter, dos locais de trabalho,
Informações importantes.

É dever dos contratantes,
De órgãos empregadores,
A adoção de medidas
Contra os diversos fatores
De risco que ameaçam
Inúmeros trabalhadores.

Senhores empregadores,
Quem não tem rabo de palha
Deve ouvir o operário,
Quando aponta alguma falha
Que possa prejudicá-lo
No local onde trabalha.

Merece ganhar medalha
Todo patrão brasileiro
Que dá voz ao empregado
E traça com ele o roteiro
Para eliminar os riscos
do trabalho rotineiro.

Por exemplo: o jardineiro,
Com a tesoura de poda,
Ou então o datilógrafo,
Numa cadeira que roda:
Só quem trabalha é quem sabe
Qual posição incomoda.

A costureira da moda,
A babá com o neném,
O motorista do ônibus
E o maquinista do trem,
Não se prevenindo, são
Prejudicados também.

Quem trabalha e pensa bem
Se previne, porque quer
Ter saúde a vida inteira
No emprego onde estiver,
Não se arriscando à toa
Pra não ser vítima de LER.

As doenças do grupo LER têm sido
Um problema de grandes proporções,
Quem não quer ser por elas atingido
Deve ter as devidas atenções.

Repetir movimentos em excesso
Pode ser a razão do insucesso
De patrões, empregados e empresas:
Gastam mais com doença os empregados
E os patrões pela lei são obrigados
A assumir grande parte das despesas.

Quem tornou-se incapaz de praticar
O que outrora fizera facilmente
Remedeia, sofrendo o mal-estar
Do que não preveniu antigamente.

Pra não vermos o caso repetir-se,
É melhor quem trabalha prevenir-se
E quem emprega tratar de fornecer
Condições favoráveis ao serviço,
Ao fazer da saúde o compromisso
Que a empresa precisa pra crescer.

As doenças piores são aquelas
Que deprimem causando frustração.
O psíquico também sofre seqüelas
Quando o corpo padece uma lesão.

Os problemas psicossociais
E os dilemas organizacionais
Dos locais de trabalho são nocivos
Aos que querem se reabilitar,
Trabalhar novamente e retomar
A conquista de seus objetivos.

Em um bom ambiente de trabalho
As tarefas são feitas com prazer,
Quem emprega não faz contrato falho,
Quem trabalha não tem a que temer,
Empregado e patrão se preocupam,
Mais do que com os cargos que ocupam,
Renda líquida, salário e promoção,
Com saúde, auto-estima e segurança,
Igualando os dois lados da balança,
Qualidade de vida e produção.

Muitos sofrem por traumas decorrentes
Dos terríveis maus-tratos que os ferem,
Mas aqueles, sem dúvida, conscientes
Deixam claro pros chefes que preferem
Condições e jornadas ideais,
Pois trabalham sabendo que jamais
Perderão por descuidos o sossego.

Quem trabalha e se cuida tem virtude,
Competência, moral, força e saúde
Pra ficar por mais tempo no emprego.

Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/trabalhador/pdf/cordel_ler_dort.pdf

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Mexa-se

  • Você trabalha sentado o dia todo? 
    Fica muito tempo na mesma posição? 
    Veja como evitar dores pelo corpo e aprenda exercícios que você pode fazer sem sair do lugar.


http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/v/confira-exercicios-para-pessoas-que-passam-muito-tempo-sentadas/1376711/

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Qualidade de vida nas empresas


É tão bom quando a gente se sente bem no ambiente de trabalho, não é? Isso nos faz sentir mais motivados e menos estressados. A qualidade de vida foi apontada como uma das 10 razões escolhidas pelos profissionais na hora de aceitar uma nova proposta de emprego na pesquisa “A Contratação, A Carreira e a Demissão dos Executivos Brasileiros de 2009″, realizada pela Catho Online. E pelo jeito algumas empresas já perceberam isso.

Carolina Stilhano, gerente de comunicação da Catho Online, observa que várias empresas têm buscado a melhoria do ambiente de trabalho e, conseqüente, aumento na produtividade dos funcionários. “Há empresas que têm áreas de descanso e lazer para seus funcionários, outras fazem parcerias com academias, programas de saúde e bem-estar. Tudo pensando em ter funcionários mais saudáveis e felizes”, afirma.

No “Espaço Mulher”, evento oferecido pela empresa, as funcionárias aproveitam serviços como manicure, pedicure, depilação, palestras e massagem. “Creio que esses serviços sejam ainda mais importantes quando se trata das mulheres, pois elas são mais sobrecarregadas, são mães, esposas e se preocupam mais com a auto-estima”, justifica o diretor comercial.

Mas há outras atividades voltadas ao público feminino que estão ganhando espaço nas grandes corporações. “Com a creche dentro da empresa, por exemplo, as mães podem cuidar ou amamentar os filhos sem precisarem se deslocar do trabalho e ainda conseguem executar suas atividades sabendo que os filhos estão sendo bem tratados e logo ali do lado de seus escritórios”, observa Carolina.

Segundo a gerente de comunicação, os empresários estão percebendo que precisam de funcionários saudáveis e que saibam equilibrar vida profissional e vida pessoal. É deles que depende o sucesso de qualquer empresa. “Se as empresas conseguem permitir estes espaços e esta saudabilidade aos seus profissionais, logo elas terão equipes totalmente focadas que investem no negócio como um todo”, completa. E isso significa um lucro maior.

A especialista citou vários serviços que podem ser oferecidos para o bem-estar dos funcionários. Quem sabe sua empresa não resolve implantar algum:


 



- Criar áreas de lazer e de descanso, com livros, videogames, televisões, filmes;

- Fazer parcerias com academias de ginástica ou disponibilizar uma dentro da própria empresa;

- Propor programas e campanhas internas pensando no bem-estar de cada profissional;

- Ter profissionais que aplicam ginástica laboral dentro das empresas;

- Propor horários flexíveis em dias de rodízios, ou estabelecer banco de horas.

domingo, 24 de outubro de 2010

Parabéns Autometal

Nesta 6a.feira (22/10/10)  a Vittae participou da SIPAT da Autometal (www.autometal.com.br) de SBC! A quick massage foi um sucesso!!!!

A Vittae agradece a confiança e esperamos nos reve em breve!!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Yoga no Trabalho

Yoga no trabalho

Por: Patrícia Ribeiro

As empresas perceberam que Yoga é uma excelente ferramenta para gerenciar o estresse e proporcionar saúde par




Empresas descobrem os benefícios da prática e oferecem aulas para os funcionários



Cada vez mais, as empresas investem nesse tipo de iniciativa e já perceberam que o Yoga é uma excelente ferramenta para gerenciar o estresse, proporcionar bem-estar e saúde entre os funcionários. Ganha a empresa e ganham os trabalhadores, que se sentem mais valorizados e saudáveis.


Yoga laboral

Muitos ainda acham que Yoga na empresa é sinônimo de Yoga laboral. É importante esclarecer que o conceito de ginástica laboral é um tipo de exercício realizado no próprio local de trabalho, que dura 15 minutos, com a roupa de trabalho, e por lei, deve ser orientado por educador físico. Tem a função de compensar, energizar ou relaxar o trabalhador exposto a um esforço repetitivo.


A princípio, as empresas procuram o Yoga como um meio de gerenciar o estresse ocupacional e combater o sedentarismo.


“Temos percebido uma redução significativa em sintomas ligados ao estresse e aumento do nível de satisfação de aspectos como paciência, condicionamento físico, concentração, capacidade de relaxamento, entre outros. São itens valorizados no ambiente corporativo, pois influenciam a produtividade e a falta no trabalho por motivos de saúde”, esclarece Carlos Legal, que já implantou os programas de Yoga no Hospital Israelita Albert Eistein desde 2003, na Unilever desde 2005 e na Roche desde 2006, todos em São Paulo.

A diferença entre o Yoga laboral e o Yoga no trabalho é que atualmente as empresas reservam uma sala para este fim, onde as pessoas participam das aulas com roupas apropriadas, praticam nos tapetinhos e usam acessórios de Yoga. Normalmente as aulas têm uma hora de duração, uma ou duas vezes por semana. Algumas empresas oferecem as aulas sem custo para os funcionários e outras adotam desconto em folha de pagamento e custeiam uma parte. Uma das razões porque o programa de Yoga faz sucesso nas empresas é essa. Como muitas pessoas não têm acesso ao Yoga – seja por desconhecimento ou até por motivos financeiros –, fazer aulas a um custo reduzido ou de graça é uma motivação a mais. Mas é a praticidade de não ter de se locomover para fazer as aulas que leva muitos funcionários a aderirem ao programa. “Eu trabalho e estudo, não tinha tempo de fazer nada. Comecei a fazer Yoga dentro da empresa pela praticidade. Acabei me apaixonando pela prática”, diz a laboratorista Mariana Paz Magalhães, que trabalha no Hospital Israelita Albert Einstein. Sua colega de trabalho, a analista de laboratório Patricia Mayumi Matsuo, concorda e enfatiza que sua qualidade de vida melhorou com a prática. “Tenho dormido melhor, me sinto mais disposta e ativa e me interessei em aprofundar a prática com a leitura de livros e revistas.”

As aulas de Yoga dentro das empresas não se diferem das ministradas em um estúdio. Os professores preparam as aulas enfocando pranayamas, asanas, meditação e podem dar uma pincelada sobre um ou outro yama ou nyama. “Às vezes faço uma reflexão sobre algum tema durante a concentração no
início da aula ou no relaxamento, quando sinto necessidade, de forma sutil”, diz Cristiane.“No geral, os funcionários do hospital já têm uma carga de cobrança muito alta e falar sobre dar o melhor de si com contentamento (santosha) sobre o resultado pode ajudar a diminuir o estresse vindo da pressão no trabalho”, complementa.



Qualidade de vida

A mentalidade de obter lucro a qualquer custo, a valorização das máquinas em detrimento do ser humano são valores ultrapassados nas corporações. Hoje em dia elas estão preocupadas com a saúde e o bem-estar dos seus funcionários e alguns professores aproveitaram a oportunidade de levar o Yoga para o ambiente corporativo. “As empresas estão bastante abertas para propostas consistentes e que tragam benefícios para os funcionários. Acho que a comunidade do Yoga, assim como as publicações disponíveis e a ciência, têm conseguido formar boas referências de forma mais objetiva, sem mistificações e com uma linguagem mais acessível e jovial”, afirma Carlos Legal.


No Banco Real foi uma reivindicação dos próprios funcionários ter aulas de Yoga no trabalho. “Começamos o programa no início de 2006 e a adesão só foi aumentando. Hoje há cerca de 110 alunos na sede da Avenida Paulista e uns 50 alunos na unidade da Brigadeiro Luiz Antonio”, comenta Antonio Carlos Moreno, responsável pelo programa Vida Saudável da empresa. Além de aulas de Yoga quatro dias por semana, há práticas de meditação duas vezes por semana. “Queremos que nossos funcionários sejam pessoas mais equilibradas não só no trabalho, mas também na vida pessoal.” Tudo indica que o programa tem dado resultados. Uma das alunas mais empolgadas é a gerente de relacionamento Maria Luíza Morilla, que participa das aulas desde que foi implantado, há dois anos e meio. “Quando comecei a fazer as aulas, me apaixonei. Meus colegas de trabalho já comentaram que estou mais equilibrada, mais motivada. Até recebi elogios da minha chefe. ” O analista sênior Antonio Carlos dos Santos, que começou a praticar há quatro meses, também percebeu os resultados. “Antes tinha síndrome do pânico, insônia, tomava remédios para ansiedade. Depois que comecei a fazer as aulas, durmo melhor, meu humor melhorou e até parei com os remédios.”

“Os alunos procuram as aulas muito mais pelo fato de aquietarem a mente do que pelo interesse no trabalho com o corpo. No final das aulas, eles relatam que estão mais descansados, renovados e se sentem mais presentes”, conta. A economista Adriana Carvalho é uma das alunas que aprova o programa. “Tenho uma agenda bem corrida, foi ótimo essa iniciativa de ter aulas na empresa. Isso acaba se revertendo no trabalho, porque ficamos mais dispostos e saudáveis”, diz.


Valores humanos no trabalho
Além da prática de asanas, há também iniciativas de implantar programas
que valorizam o lado humano e ético no ambiente corporativo.

Fonte: http://www.yogajournal.com.br

 

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Normas Regulamentadoras (NRs)

As NRs determinam a adoção de medidas de segurança e de medicina do trabalho. Estipuladas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, devem ser cumpridas por empresas privadas, públicas e órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

::. Norma Regulamentadora nº 1 Disposições Gerais
::. Norma Regulamentadora nº 2 Inspeção Prévia
::. Norma Regulamentadora nº 3 Embargo ou Interdição
::. Norma Regulamentadora nº 4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho
::. Norma Regulamentadora nº 5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
::. Norma Regulamentadora nº 6 Equipamentos de Proteção Individual - EPI
::. Norma Regulamentadora nº 7 Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional
::. Norma Regulamentadora nº 9 Programas de Prevenção de Riscos Ambientais
::. Norma Regulamentadora nº 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
::. Norma Regulamentadora Nº 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
::. Norma Regulamentadora Nº 12 Máquinas e Equipamentos
::. Norma Regulamentadora Nº 13 Caldeiras e Vasos de Pressão
::. Norma Regulamentadora Nº 15 Atividades e Operações Insalubres
::. Norma Regulamentadora Nº 16 Atividades e Operações Perigosas
::. Norma Regulamentadora Nº 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção
::. Norma Regulamentadora Nº 20 Líquidos Combustíveis e Inflamáveis
::. Norma Regulamentadora Nº 21 Trabalho a Céu Aberto
::. Norma Regulamentadora Nº 22 Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração
::. Norma Regulamentadora Nº 23 Proteção Contra Incêndios
::. Norma Regulamentadora Nº 24 Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
::. Norma Regulamentadora Nº 25 Resíduos Industriais
::. Norma Regulamentadora Nº 26 Sinalização de Segurança
::. Norma Regulamentadora Nº 27 Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB
::. Norma Regulamentadora Nº 28 Fiscalização e Penalidades
::. Norma Regulamentadora Nº 29 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
::. Norma Regulamentadora Nº 30 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário
::. Norma Regulamentadora Nº 31 Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura
::. Norma Regulamentadora Nº 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde
::. Norma Regulamentadora Nº 33 Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados

Sobre trabalho rural
::. Normas Regulamentadoras Rurais Nº 2 Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural - SEPATR
::. Normas Regulamentadoras Rurais Nº 3 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural - CIPATR
::. Normas Regulamentadoras Rurais Nº 4 Equipamento de Proteção Individual - EPI

terça-feira, 21 de setembro de 2010

QUANDO USAR CINTOS DE PROTEÇÃO LOMBAR
      É necessário o domínio técnico dos movimentos e a utilização de cargas adequadas que não comprometam a técnica de execução dos movimentos. Caso isto ocorra, não será o uso do cinto suficientemente podoreso que vai anular os efeitos negativos de erros de execução combinados a excessos de sobrecargas.

 
O uso dos cintos deve ser restrito apenas aos levantamentos máximos em exercícios executados em 1 a 6 repetições. Nos outros casos é necessário aprender a utilizar as musculaturas estabilizadoras para a proteção da coluna vertebral.
      Ao utilizar-se o cinto o tempo todo, alguns estudos demonstram que o praticante acaba não desenvolvendo o perfeito recrutamento destas musculaturas.

O colaborador  deve ter treinamento adequado de suas musculaturas estabilizadoras da coluna vertebral.

  Quando não usar o cinto lombar


Evita o desenvolvimento por completo de um músculo estabilizador importante, como o eretor da espinha, fundamental para a prática de qualquer atividade e até para o cotidiano do dia a dia, deixando a pessoa dependente deste acessório em muitas das vezes por uma sensação ilusória de segurança.
Em estudos:
GONÇALVES (2000) encontrou valores semelhantes para os eretores da espinha, independente do uso ou não do cinto, verificando até um ligeiro aumento do limiar de fadiga dos músculos lombares, já que o uso do cinto não permite movimentos imperceptíveis do tronco, exigindo mais ativação do músculo eretor da espinha como estabilizador do movimento, principalmente, em exercícios contra resistência.
Wassell e colaboradores do NIOSH realizaram em 30 estados americanos, um estudo prospectivo de coorte, durante 6,5 meses , com 6311 trabalhadores que empacotavam embrulhos. Em 89 lojas obrigaram seus empregados a usarem essas cintas elásticas protetoras e 71 outras lojas deixaram o seu uso de forma voluntária A incidência de dores na coluna lombar foi semelhante entre aqueles operários que usaram a cinta todos os dias, ou que usaram uma ou duas vezes por semana e aqueles que nunca usaram a cinta ou usaram uma ou duas vezes por mês .

Na verdade, precisamos de mais estudos sobre o assunto!

Ergonomia

Video interessante sobre ergonomia. Assistam!!!!

http://www.youtube.com/watch?v=fjB9fdRIA88

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Qual a importância da Motivação?

“Qual é a importância da motivação?
Ela faz toda a diferença. Você pode ser o gerente com mais conhecimento, experiência, talento e capacidade do mundo, mas se os colaboradores estiverem desmotivados, a mediocridade reinará em sua empresa”.  (Anônimo)


A maioria das pessoas 63% de uma enquete concordam que qualquer tipo de programa motivacional para os funcionários aumentam e muito a produtividade dos funcionário e da empresa como um todo.

Isso parece óbvio, mas para minoria, 37% não concordam. Porque investir no bem estar dos funcionários é perca de tempo e muito custo para empresa. A mentalidade de alguns é que pode dar todos os benefícios aos funcionários que eles nunca estarão satisfeitos e sempre irão reclamar de algo.


Segue dois exemplos práticos que vivenciei nas empresas.

Em uma empresa que trabalhei, assim como muitas ocorriam muitas faltas pode diversos motivos. A empresa dava uma cesta básica à todos os funcionários. Dei a sugestão de fornecer um cesta a mais para aquele funcionário que não faltasse ao trabalho por qualquer motivo durante o mês. A idéia foi aceita. O critério para a entrega foi realizado através der sorteio de 2 cestas básica por turno, existiam 3. Com isso as faltas caíram aproximadamente 20%.

Em outra companhia a empresa construiu um grêmio para todos os funcionários com várias modalidades esportivas. Inclusive com dois campos de futebol. Realizamos um torneio entre turmas da seção com direito a troféu e medalhas para os melhores e foi o maior sucesso, com muito integração de todos os funcionários.
Administrei e participei com muito trabalho de toda a empresa,  com 17 modalidades desportivas. É para a nossa satisfação fomos campeões, competindo com 20 empresas, inclusive quatro de grande porte e com uma  estrutura maior que a nossa, na época. Lembrando de um pequeno detalhe: "Não eramos favoritos"

Quem vive melhor, trabalha melhor
e, logo, contribui para aumentar os lucros da empresa. Essa nova mentalidade vem criando, nas grandes companhias, uma cultura de incentivo à qualidade de vida, entre os funcionários. Algumas medidas, como a distribuição de frutas e sucos a cada três horas, a implantação da ginástica laboral e de um cardápio balanceado, começam a transformar o ambiente dessas organizações num espaço onde o bem-estar é prioridade.

É bem verdade que a real preocupação dos empresários não é apenas com a saúde dos trabalhadores. O que essas companhias buscam é a redução dos gastos ocasionados pelas eventuais faltas por motivo de doença e com a utilização do convênio, quando ele é mantido pela organização. Além disso, programas do tipo ajudam a aumentar a produtividade.

No Brasil, as iniciativas nesse sentido começam a se desenvolver agora. Porém, no exterior, os primeiros resultados já foram mensurados. "O retorno do investimento, em algumas empresas dos Estados Unidos, foi muito positivo. A cervejaria The Coors Brewing Company, por exemplo, calculou uma economia de US$ 6,15 por US$ 1 investido num programa corporativo de capacitação física", disse Paulo Alvarenga, sócio-diretor da Crescimentum, empresa especializada em desenvolvimento de líderes e executivos.

A observação do consultor vai ao encontro da pesquisa publicada por Tony Schwartz, autor do livro The Power of Full Engagement. Segundo o especialista, quem tem boa capacitação física comete 27% menos erros do que as pessoas que estão fora de forma.
Schwartz também mostrou, em sua obra, o exemplo da empresa Dupont. A organização reduziu 47,5% o número de faltas dos trabalhadores, num período de seis anos, desde que o programa corporativo de capacitação física foi implantado. Os funcionários que aderiram também pediram 14% menos dispensas médicas do que aqueles que não participaram.

Mas as vantagens para os gestores, na adoção de um projeto de qualidade de vida para os funcionários, não param por aí. Até o relacionamento interpessoal pode ser modificado. "A General Motors, por exemplo, descobriu que aqueles que participam de um programa de capacitação física apresentam redução de 50% nos desentendimentos no ambiente de trabalho", afirmou Alvarenga.

Trabalhadores também são beneficiados

Na tentativa de obter todos esses bons resultados, as empresas estão adotando diferentes estratégias. A implantação da ginástica laboral e de uma dieta balanceada, para a alimentação servida no refeitório, são ações cada vez mais comuns nas organizações brasileiras.

Algumas companhias, no entanto, vão além. Há exemplos de empresas que diminuíram a jornada de trabalho de seus funcionários, com o objetivo de que pudessem gozar mais horas de lazer e até de organizações que promovem corridas, para estimular a prática de atividade física.
"O laboratório Sabin, em Brasília, é um exemplo de empresa que promove grupos de corrida. A companhia tem ainda um convênio com um salão de beleza próximo, para atender às necessidades do quadro de funcionários, que é composto por 80% de mulheres. Essas iniciativas fizeram com que a empresa fosse eleita a melhor para a mulher trabalhar", afirmou.

Todas essas ações beneficiam os trabalhadores. Mas isso não quer dizer que conseguir a adesão dos funcionários a esse tipo de programa seja uma tarefa fácil.
Ao contrário. O esforço em disseminar a importância de se adotar hábitos saudáveis, no dia-a-dia, tem feito várias empresas investirem em workshops, campanhas e oficinas de qualidade de vida.

Outra estratégia dos gestores tem sido recompensar os funcionários que não só aceitam participar do projeto, mas que demonstram certo esforço em modificar seu estilo de vida.
A bonificação em dinheiro é uma tática adotada por algumas companhias, como a própria Crescimentum. "Incentivamos os colaboradores a fazerem acompanhamento nutricional a cada dois meses, servimos frutas e sucos a cada três horas e montamos grupos de corrida, com prêmios em dinheiro. Num período de dois anos, o nível de estresse dos funcionários diminuiu consideravelmente e notamos também uma melhora significativa na produtividade", disse Alvarenga.
Fonte: Terra – Vida Profissional

Zig Ziglar; fala de motivação com muita propriedade na seguinte frase:

"As pessoas dizem freqüentemente que a
motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente."



 Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/empresas-que-incentivam-os-funcionarios-a-ter-vida-saudavel-aumentam-a-produtividade-parte-1/37980/

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Saúde do Trabalhador


Em vigor desde 2004, a Política Nacional de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde visa à redução dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, mediante a execução de ações de promoção, reabilitação e vigilância na área de saúde.

Suas diretrizes, descritas na Portaria nº 1.125 de 6 de julho de 2005, compreendem a atenção integral à saúde, a articulação intra e intersetorial, a estruturação da rede de informações em Saúde do Trabalhador, o apoio a estudos e pesquisas, a capacitação de recursos humanos e a participação da comunidade na gestão dessas ações.

A Renast, regulamentada pela Portaria nº 2.728/GM de 11 de novembro de 2009, é uma das estratégias para a garantia da atenção integral à saúde dos trabalhadores. Ela é composta por Centros Estaduais e Regionais de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) - ao todo, até novembro de 2009, 178 unidades espalhadas por todo o País - e por uma rede de 1.000 serviços sentinela de média e alta complexidade capaz de diagnosticar os agravos à saúde que têm relação com o trabalho e de registrá-los no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN-NET).

Os Cerest recebem recursos financeiros do Fundo Nacional da Saúde, de R$ 30 mil para serviços regionais e R$ 40 mil para as unidades estaduais, para realizar ações de promoção, prevenção, vigilância, assistência e reabilitação em saúde dos trabalhadores urbanos e rurais, independentemente do vínculo empregatício e do tipo de inserção no mercado de trabalho.

Além disso, em esfera interinstitucional, o Ministério da Saúde desenvolve uma política de ação integrada com os ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, a Política Nacional sobre Saúde e Segurança do Trabalho (PNSST), cujas diretrizes compreendem:
I - Ampliação das ações, visando a inclusão de todos os trabalhadores brasileiros no sistema de promoção e proteção da saúde;
II - Harmonização das normas e articulação das ações de promoção, proteção e reparação da saúde do trabalhador;
III - Precedência das ações de prevenção sobre as de reparação;
IV - Estruturação de rede integrada de informações em Saúde do Trabalhador;
V - Reestruturação da formação em Saúde do Trabalhador e em segurança no trabalho e incentivo à capacitação e à educação continuada dos trabalhadores responsáveis pela operacionalização da política;
VI - Promoção de agenda integrada de estudos e pesquisas em segurança e Saúde do Trabalhador.

fonte: www.saude.gov.br

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Saúde da sua coluna

A coluna vertebral é o eixo central do corpo. É exigida em quase todos os movimentos e ainda funciona como um duto de feixes nervosos, ligando diversos órgãos e outras partes do corpo ao cérebro.

Principais problemas da coluna vertebral:
•  Cifose: é também um desvio da coluna, mais facilmente percebido quando a pessoa está de lado, pois as costas ficam arqueadas, o tórax retraído e os ombros projetados para a frente;
•  Lordose: desvio da coluna característico na região da bacia, causando uma curvatura exagerada no local;
•  Hérnia do disco intervertebral: a parte mais central do disco, que se localiza entre as vértebras, sai da estrutura da coluna, causando dores muito fortes e até mesmo paralisação dos movimentos;
•  Artrose: conhecida como bico-de-papagaio, é causada pelo atrito entre as vértebras. Depois de algum tempo, surge uma espécie de calcificação, que pode comprimir alguns vasos sangüíneos ou nervos.
•  Escoliose: a coluna se desvia para o lado, passando a apresentar uma deformidade; surge por causa da má postura, ao se usar por tempo prolongado um só lado do corpo.

Como proteger sua coluna:
•  a melhor maneira de se deitar de lado é com um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;
•  quando deitar de barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo dos joelhos e outro embaixo da cabeça;
•  evitar dormir de bruços, pois além de forçar a coluna, dificulta a respiração;
•  ao levantar-se, vire-se de lado, apoie-se nos braços, levando as pernas para fora da cama;
•  ao elevar um objeto pesado do chão, abaixar-se com as pernas flexionadas;

•  usar um colchão ortopédico ou semi-ortopédico, de acordo com o peso e a altura de cada pessoa;
•  o travesseiro não deve ser muito fino nem muito macio, para não alterar a curvatura da coluna; o ideal é que seja da altura entre a cabeça e o ombro;
•  ao ficar de pé, contraia os músculos da barriga e das nádegas periodicamente; utilize esta técnica de relaxamento quando quiser aliviar dores;
•  ao trabalhar em frente a uma mesa, ou digitando no computador, manter as costas retas, encostadas ao encosto da cadeira; manter as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las.
•  ao realizar alguma atividade em pé, repouse alternadamente um dos pés sobre um objeto;
•  procure posicionar ao seu alcance os objetos que esteja manuseando;
•  ao dirigir horas seguidas, é importante manter as costas retas, perfeitamente apoiadas no encosto;
•  não carregar mochilas ou sacolas, com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas, divididas nas duas mãos;
•  ao caminhar, manter as costas retas, abdome contraído, olhar para a frente. O sapato deve ter salto de base larga e leve e no máximo 4 cm de altura;
•  nas atividades domésticas, evitar trabalhar com o tronco totalmente inclinado;
•  ao trabalhar agachado, flexione os joelhos e mantenha as costas retas.

IMPORTANTE 
Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

Seja bem vindo!

Seja bem vindo ao blog da Vittae!